Archive for July, 2007
game boxes for the sake of art
by Pedro Silva on July 31st, 2007
Jogador/Game Designer?!
by Pedro Silva on July 27th, 2007

Estávamos em 1984, quando Bill Budge (software designer) em “the computer chronicles” nos apresenta o videojogo Pinball Construction Set (1983), onde defende que uma das principais razões que levaram ao sucesso do jogo é o facto de existir a possibilidade de poder ser o próprio utilizador/jogador a construir a sua mesa de jogo.


23 anos depois, esta filosofia assume novos contornos quando é o próprio jogador a construir todo o ambiente de jogo. O nome do esperado título é Litle Big Planet e irá ser lançado brevemente para a PS3.
PS: Obrigado André pela descoberta do video.
[RE]ACTION GAME
by Pedro Silva on July 26th, 2007

O meu record foram 686 reacções. Qual é o vosso?
Joga aqui.
Space Invader Hoodies
by Pedro Silva on July 25th, 2007

In the 80’s, there wasn’t a corner store that didn’t have a Space Invaders arcade game in it. Enthusiasts would line up their coins on the glass table console, marking their position as the next challenger in line.
Today, over 25 years later, that infamous digital design has a strong presence in urban fashion and accessories.

The hoodie is a staple for any urban wardrobe and we’re loving this unisex Space invader Hoodie. An ode to the 80s, when space invaders was the coolest game in the world and Michael Jackson was a serious artist at the top of the charts (yes, it’s hard to believe but there was such a time). The cool computer-test-pattern style graphics come in hot pink and black, giving all the generation Ys – who were just babies in the 80s – a chance to experience that fabulous fashion era for the first time.
Contact: bill@thecoolhunter.net
Source: www.thecoolhunter.net
Tapetes de Arraiolos vs Space Invaders
by Pedro Silva on July 24th, 2007
CDVJ’07 - Criação e Desenvolvimento de Vídeo-Jogos 2007
by Pedro Silva on July 24th, 2007

O Departamento de Ciências de Computadores (DCC), juntamente com o Núcleo de Jogos Animação e Robótica (NJAR) da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, gostaria de o convidar a participar no seguinte evento:
CDVJ’07 - Criação e Desenvolvimento de Vídeo-Jogos 2007
Workshop. 25-27 de Julho de 2007
www.dcc.fc.up.pt/cdvj07
Durante três dias de trabalho intensivo iremos desafiar os participantes a criar um vídeo-jogo, implementando a tecnologia básica leccionada durante o workshop para criar um nível de um jogo 3D. Ao longo das várias sessões, serão introduzidos aspectos-chave da indústria de vídeo-jogos, assim como como a melhor forma de entrar neste mundo fascinante .
Objectivos:
No final deste workshop, os participantes terão aprendido os conceitos fundamentais para:
* Identificar os recursos e mecânicas fundamentais de um vídeo-jogo.
* Criar acções e regras necessárias para uma boa jogabilidade.
* Desenhar um nível de um vídeo-jogo.
* Desenvolver interfaces gráficas adequadas a diferentes tipos de jogos.
* Definir um estilo artístico e um conceito de design.
* Desenvolver as personagens principais e a narrativa de um vídeo-jogo.
* Implementar um motor de um vídeo-jogo.
Para mais informação:
Portal web: www.dcc.fc.up.pt/cdvj07
Email de contacto: cdvj07@dcc.fc.up.pt
Fonte: http://info2.fc.up.pt
Balsemão exporta videojogos portugueses
by Pedro Silva on July 24th, 2007
Grupo de Pinto Balsemão foi buscar programadores à PT. E já está em negociações com Sony, Nintendo e Microsoft.
Dentro de duas semanas, o grupo multimédia Impresa lança na Internet aquilo que se espera vir a ser a revolução dos videojogos em Portugal, o portal “MyGames”. O site fará parte de uma estratégia mais ampla do grupo de Pinto Balsemão, que inclui o lançamento da revista “Hype”, com a colaboração de jornalistas da “Wired”, e o programa de televisão “Radical MyGames”.
A Impresa pretende não só vender e promover jogos, mas também criar títulos em português, organizar torneios e até exportá-los.
“É um projecto novo, ambicioso e pensado há pouco tempo”, confessou ao Diário Económico Tiago Sena, responsável da Impresa pelo MyGames. Tal como quase todos os outros catorze especialistas da equipa, Sena veio da Portugal Telecom, onde trabalhava no “War-Zone” do Sapo, para a Impresa. Pinto Balsemão não pensa em poupar esforços nem salários para se impor num mercado que em 2007 vai ultrapassar as indústrias da música e cinema.
Por isso mesmo, o presidente do grupo admite que a ideia é testar o MyGames em Portugal e a seguir internacionalizar, revelando que já existem contactos lá fora nesse sentido. No entanto, a Impresa ainda está a dar os primeiros passos, que compreendem vastas negociações com os fabricantes de consolas, Sony, Nintendo e Microsoft. Mas não só. A Gameinvest, uma sociedade de investimento portuguesa que está a financiar a criação de jogos para a Xbox da Microsoft e Nintendo DS, faz parte do lote de interesses.
Paulo Gomes, da Gameinvest, confirma as negociações mas alerta que “é impossível investir em jogos apenas para distribuição nacional”. É que cada título custa cerca de dois milhões de euros, e até agora a distribuição online de videojogos não funcionou em Portugal.
Tudo depende de como o MyGames evoluir. “Poderá vir a ter outros sub-produtos”, arrisca Tiago Sena, garantindo que o portal está a ser desenvolvido internamente. Também Pinto Balsemão já afirmara que se trataria de um “projecto ‘cross-media’”, com um modelo de negócio baseado em publicidade e algumas particularidades. Além dos formatos habituais (publicidade em ‘banners’, janelas ‘pop-up’, etc.), está prevista a introdução de “in game advertising”. O modelo é semelhante ao ‘product placement’ em filmes e telenovelas, pelo que a Lara Croft pode vir a usar champô L’Oreal ou que os jogadores do ‘karaoke’ SingStar sejam aconselhados a usar rebuçados Valda para a garganta.
Mercado de videojogos vai valer 34,6 mil milhões de euros
Ainda este ano, o mercado mundial de videojogos vai ultrapassar o valor das indústrias de música e cinema. Pela contas da consultora PricewaterhouseCoopers, este segmento valerá 34,6 mil milhões de euros em 2011, o que é um aliciante para grupos como a Impresa. O lançamento das três consolas de nova geração, Nintendo Wii, Sony Playstation3 e Microsoft Xbox 360, veio dar ainda mais impulso a um mercado rentável. Com as vendas a bater recordes e a atingir segmentos anteriormente insuspeitos, como o sexo feminino e população sénior, há muitos interessados em capitalizar não só na venda de jogos como na realização de torneios, físicos ou online, e ainda ‘merchandising’ associado. Ou não tivesse o Tomb Raider chegado a filme e o Harry Potter a jogo…
Zona de guerra nos jogos online
Distribuidor, promotor e fabricante de jogos. A ambição do portal MyGames é grande e representa um investimento que até ao momento não tem par no País. Nenhum outro site assume estes componentes por inteiro, até porque não é fácil lucrar no meio. Até ao momento, o portal Fraglíder e a War-Zone do Sapo são as principais referências no que respeita a jogos online em Portugal. A vida dos ‘gamers’ portugueses não tem sido fácil, muito por culpa do serviço deficiente dos fornecedores (ISP) e do preço excessivo do acesso em banda larga, mas o sector está a evoluir. É neste contexto que o MyGames pretende afirmar-se, começando com a venda de títulos e evoluindo conforme a resposta dos jogadores. Sabe-se que o Sapo Jogos não tem tido a rentabilidade inicialmente esperada, com a “War-Zone” (que permite jogar online) e a “GameOver” (revista interactiva). Mas não terá sido por acaso que a Impresa foi buscar Tiago Sena ao Sapo Jogos para dirigir o MyGames, visto que a PT tem muita experiência na área. A outra referência é o portal Fraglíder, com nome consolidado e parcerias internacionais (por exemplo a Cyberleagues). A conquista do qualificador para o “Electronic Sports World Cup”, em 2005, veio confirmar a importância do portal.
Por: Ana Rita Guerra



